Esqueci como se escrevem poemas de amor. Não lembro onde guardei as rimas e escondi os versos.
Me perdi no labirinto das palavras, procurando o verbo, o objeto. Só sei que havia uma caixa de métrica em algum lugar, perto do pote de sonetos. Ah, lembrei! A culpa foi do sujeito despido de predicados, que deixou a ação entre vírgulas e afogou o sentido em reticências.
3 comentários:
Uauuuuuuuuuuu
Sem comentários...muito bom!!!!!!!!!
Lindo, Carol.
Muito bonito.
Aí está um belo poema.
Tu é foda, quiriiiiida...
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