quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Sintaxeando

Esqueci como se escrevem poemas de amor. Não lembro onde guardei as rimas e escondi os versos.
Me perdi no labirinto das palavras, procurando o verbo, o objeto. Só sei que havia uma caixa de métrica em algum lugar, perto do pote de sonetos. Ah, lembrei! A culpa foi do sujeito despido de predicados, que deixou a ação entre vírgulas e afogou o sentido em  reticências.

3 comentários:

:) disse...

Uauuuuuuuuuuu

Sem comentários...muito bom!!!!!!!!!

Ju Farias disse...

Lindo, Carol.
Muito bonito.
Aí está um belo poema.

Larissa Bohnenberger disse...

Tu é foda, quiriiiiida...